1:33 da manha. Sempre é bom estar dormindo.
"Era Jöhe Kinberlom, 17 anos". Desde o início da sua adolescência passou a sofrer de insônia, ficava acordado até as 4 - 5 da manhã. Odiava isso, sempre era obrigado a ficar em seu quarto, olhando para as sombras da noite, que se refletiam.
Certa vez, em alguma hora da madrugada, pensou ter visto uma pequena luminosidade próximo a porta do seu quarto, mas ignorou. Alguns dias depois, viu a mesma baixa luz, sendo que a mesma durou um pouco mais de tempo. Começou a achar que eram invenções de sua cabeça, até que no outro dia, as luzes estavam no pé da sua cama. Pôde ver o que era, um cão negro, misturado as sombras, e as luzes... Seus dois grandes olhos avermelhados tinham um brilho fluorescente. A aparição durou exatamente um minuto, a partir deste dia, começou a sentir o que era o medo. Todos os dias, no mesmo horário, 1:33 da manhã, o cão de sombras aparecia, ficava o observando, como se estivesse planejando algo, por exatamente um minuto. Cada vez estava com os olhos mais próximos de seu rosto. Passou a escutar rosnados. Tentava todos os dias dormir antes das 11, mas nao conseguia.
- Você sabe o que eu quero, não é mesmo? - Foram as únicas coisas que o cachorro disse em um som que ecoava pelo quarto.
Dois dias depois, morreu, aos 17 anos. Pouco se sabe a respeito de sua morte.
Um cachorro negro estava ao lado de seu túmulo no funeral.
- Você sabe o que eu quero, não é mesmo? - Foram as únicas coisas que o cachorro disse em um som que ecoava pelo quarto.
Dois dias depois, morreu, aos 17 anos. Pouco se sabe a respeito de sua morte.
Um cachorro negro estava ao lado de seu túmulo no funeral.

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